domingo, 11 de julho de 2010

DIZ QUE A ESPANHA GANHOU…

Pois… Eu gosto da equipa…

DA ESTATISTICA… HAVIA TANTO PARA SE DIZER DA ESTATISTICA…

Se a vida fosse um jogo de casino, eu teria, naquele momento, 1000 fichas na mão. Teria apostado 500 no preto e, à cautela, as outras 500 no vermelho.

Agora digam-me lá, por Toutanis, quais são as probabilidades da bola saltar do estupor da roleta e aterrar aos meus pés.

Pois… Essas, n’é?

segunda-feira, 5 de julho de 2010

RAISPARTA OS BLOGGERS MASCULINOS E A SUA MANIA DE DIZEREM TUDO

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Ora se no post abaixo, houve um que quase me enlouqueceu com um gato preto, há um que agora manda no meu guarda-roupa.

Não, não tem nada a ver com aquela vez em que a t-shirt de outro blogger apareceu no meu cesto da roupa suja. É outra coisa e que eu passo a explicar.

Aqui há umas semanas apaixonei-me por um vestido preto às bolinhas brancas – vulgo polka dot. Porque me lembrou a minha avó, porque me lembrou a Audrey Hepburn, porque sim.

So far, so good. Vestido ‘arrematado’ e pendurado no roupeiro.

Passado uns dias (é que os sacanas do bloggers gaijos fazem de propósito), li este post. Comecei a ver o vestido com outros olhos. É que eu nunca tinha pensado que padrões específicos pudessem levantar a moral aos senhores, so to speak.

Hoje de manhã, descobri um top com este padrão numa gaveta e, sem pensar, vesti-o. Estou a sair da escolinha do outro que mora lá em casa, vejo o meu reflexo no vidro e a primeira coisa que me vem à mente: Capitão Microondas! Assim, tipo primeiro pensamento do dia fora da rotina normal.

E tem sido assim o dia todo. Se o senhor tem problemas de auto-estima, pode ficar descansado. É que ele tem aqui uma xavala que sem nunca lhe ter posto a vistinha em cima (acho mesmo que nem nunca o comentei), passou o dia todo a pensar nele! Bastava um espelho ou um vidro a fazer reflexo e truxas: Capitão Microondas!!!

É que ainda por cima o pensamento é ridículo. Por amor de Deus, o nome é ridículo. Ainda se fosse: Tim Gunn. Mas não. O que me vem à cabeça é um super-herói com nome de pikeno electrodoméstico.

E o meu olhar desconfiado para tudo quanto era homem que me olhasse para o top? Digo-vos eu que era digno de qualquer paranóica merecedora de lugar cativo na melhor salinha almofadada do país.

É triste ser assim um ser tão influenciável, não é?

DIRECTAMENTE DA ALA PSIQUIÁTRICA

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Queria agradecer ao Valupi o facto de ter contribuído em grande escala para o aumento exponencial da minha neurose/psicopatia/loucura/whatever.

A minha entidade patronal entrará em contacto com ele acerca do monitor estilhaçado quando o rato deixou de ser suficiente para parar o filhadaputa do gato preto.

terça-feira, 22 de junho de 2010

SER PEQUENINO MUITAS VEZES NÃO TEM A VER COM TAMANHO

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Na semana passada, povo e intelectualóides deste país uniram-se no pedido de crucificação do Carlos Queirós e da sua equipa. Até aí nada de novo. Aliás, bastava olhar para o porte da equipa da Costa do Marfim quando se cantaram os hinos para ver como é que a coisa ia acabar. A mim bastou-me. Mas isso sou eu que acho que a história do David e do Golias está um bocadito mal contada.

Nessa noite, ouvi o Miguel Sousa Tavares dizer que o Professor Queirós tinha medo de ganhar e que quem tem medo, não vai ao Mundial, compra um cão. Gosto quando se rotula logo de besta à partida e tenho para mim que se o senhor Queirós tem metade do cérebro que eu acho que ele tem, também deve gostar. É que quando somos bestas as coisas só podem melhor. Só podemos ascender mesmo ao bestial.

Mas isto foi a semana passada. Ontem, não se encontrou nada que pudéssemos apontar quer ao senhor quer à equipa. (Vá o Santana Lopes acha que ainda se podia ter marcado mais dois golos… Mas estamos a falar do Santana Lopes…)

Vai daí, o que é que aconteceu? Num país normal, as pessoas ficariam contentes, os comentadores teceriam elogios, os treinadores de bancada analisariam as jogadas e começaríamos a falar do próximo jogo. Acontece que nós temos um país que peca nestes momentos. Em vez de saborearmos a vitória de que todo o mundo (e mundo aqui é mesmo no sentido planetário) fala, não. Os mesmos que a semana passada andaram numa azáfama a criticar a selecção, esta semana, como não têm nada que criticar, ajustaram o azimute para o discurso de que não se pode deixar que esta vitória nos faça esquecer os problemas que o país atravessa e que no próximo mês já pagamos mais IRS e que o Cavaco não foi ao funeral do Saramago.

Os problemas do país existem quer a selecção ganhe, quer perca. O IRS também vai ser descontado. E tenho cá para mim que o Saramago se está bem lixando para o facto do Cavaco ter ido ao funeral dele ou não (não se entenda com isto que eu concorde com a atitude. É melhor esclarecer antes que venha aí a policia do funeral do senhor e descubra que eu também não assisti).

O que toda a gente esquece é que quanto melhor aqueles meninos jogarem, mais pessoas tomarão contacto com o nome Portugal. Quanto mais pessoas conhecerem o nome, maiores a hipóteses de sentirem curiosidade em relação ao país. Quanto mais curiosidade, mais probabilidades de o quererem visitar. Visitas = Turismo = Receita = Menos Crise. Parece simples mas como sempre, eu de economia não percebo nada.

O que não contribui muito para a vontade de visitar um país é quando essas pessoas que vão ao google ver o que mexe aqui, vejam as dissertações dos nossos intelectuais sobre como não devemos alegrarmo-nos com a selecção porque devemos é andar de luto porque o país anda pelas ruas da amargura. Ninguém quer visitar um país que anda pelas ruas da amargura. Um país que anda pelas ruas da amargura não inspira confiança e nós evitamos ir onde nos sentimos inseguros.

A sensação que eu tive hoje ao ler esta blogosfera e afins foi o mesmo que dizerem a menino de um país muito pobre que não pode ficar feliz porque alguém naquele dia lhe deu um brinquedo novinho em folha. Não pode ficar feliz porque a vida dele é uma desgraça e aquele brinquedo não vai alterar a vida dele. Pois não! Mas vai minimizar o sofrimento ou não? Porque é que o copo há-de estar sempre meio-vazio?

Talvez seja altura de pensarmos quantas destas atitudes pseudo-inteligentes e maníaco-depressivas não contribuem para a situação que vivemos. Não quero com isto dizer que devamos enterrar a cabeça na areia e fingir que tudo está bem, mas bater na vaca fria não a vai ressuscitar. Talvez se formos menos críticos em relação aos outros e nos esforcemos mais para virar a situação, talvez aí tenhamos uma hipótese de crescer. De prosperar.

OH PÁ, AS MULHERES SÃO MUITA GIRAS...

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Toda a gente sabe que é um clássico feminino falar mal da ‘senhora que se segue’ na vida de qualquer ex-namorado que tenham tido. Mulher que descubra que o Rudolfo, que lhe deu um xoxo debaixo da carteira da 2ª classe, tem gaija nova, não resiste a tirar-lhe as medidas. Eu disse que a coisa com o Rudolfo nunca passou do bendito xoxo na 2ª classe? Não interessa! O que interessa é que um dia o Rudolfo lhe deu um xoxo e agora tem uma namorada nova. Mencionei que o Rudolfo tem borbulhas e é careca e barrigudo? Não interessa! O que interessa é que um dia o Rudolfo lhe deu um xoxo e agora tem uma namorada nova.

Porque é que eu estou especialmente fascinada agora com isto? Porque aqui há umas semanas encontrei o ex de uma amiga. Estava na fila da tabacaria à minha frente. Ora, nem quando ele andou com a minha amiga, eu me dei ao trabalho de tentar fingir que gostava dele e entabular qualquer tipo de conversação, portanto não seria agora que o faria. Limitei-me a analisar a barriguita proeminente, a falta de cabelo e a tirar as medidas à esposa (eu já vos disse o quanto gosto desta palavra?).

E agora está tudo a pensar: “As gajas são todas iguais. Para que é que estavas a tirar medidas à outra? A tua vida não te chega?”

Patience, Grasshoppers, patience. A seu tempo irão perceber tudo.

Eu sou gaija, logo o telemóvel é uma extensão do meu braço e o sms é como se fora um dedo para mim. Mandei uma mensagem à minha amiga a dizer-lhe o que (quem) estava a ver. Obviamente, a ‘histeria’ ocorreu (lede 1º parágrafo. Remember Rudolfo?).

Quando falei com ela, a primeira coisa que ela me perguntou foi se a ‘pirosa’ (acho que ela não foi assim tão carinhosa, mas vamos fingir que sim) estava lá.

Eu, que já esperava por essa, desatei-me a rir. E, contra ventos e marés, disse-lhe que a ‘pirosa’ era igual a ela. Meus amores, é que era mesmo. A distinta esposa era a fotocópia da minha amiga. O senhor gosta daquele género, que se há-de fazer?

A minha amiga abespinhou-se e pergunta-me: “Igual a mim? Mas em mau, não?”

“Não. Igual a ti em ‘igual’!”

Era tudo. A estatura. O tipo de corpo. O cabelo. A maneira de vestir. Sou quase capaz de apostar que a minha amiga tem as mesmas peças no roupeiro!!! Vá… Uma tem olhos azuis enquanto os da outra são castanhos. Vá…

O que eu acho engraçado é o facto de as mulheres ficarem tão toldadas com a existência de outra mulher que são incapazes de ver que, não raras vezes, a senhora que se segue é igual a elas. A senhora que se segue é com frequência a substituta delas.

Mas em vez do sexo mais fraco aceitar esse facto e até, quem sabe, sentir-se lisonjeado com ele, prefere menosprezar aquelas que lhe ‘roubaram’ os homens. Apelidá-las de pirosas e afins. Talvez porque seja muito mais fácil odiar do que admitir que existe alguém tão bom como nós. Talvez seja mais fácil insultar e gozar para que não vejamos que a senhora que se segue é, muitas vezes, uma versão melhorada e mais refinada de nós mesmas.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

FOSGA-SE, MAN. 500 POSTS? JÁ??

Pois é… Faltam 2 (ou serão 3?) posts para esta efeméride. Quem diria? O tempo, realmente voa quando nos divertimos…

Agora, vou ali pensar num post altamente inteligente para ser o 500ª enquanto como Häagen-Dazs Strawberry Cheesecake e vejo o Dexter.

DAY 20 – YOUR FAVORITE SONG AT THIS TIME LAST YEAR

E lembro-me tão bem da quantidade obscena de vezes que a ouvia…

PORQUE SOU BOA PESSOA?

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Porque ao 4º golo já estava cheinha de pena dos amarelitos. Eu já torcia para a Coreia marcar um golo. Mas por outro lado tinha medo de torcer por isso, que da maneira como estavam desatinados, o mais provável era marcarem na própria baliza!

Porque já estava com pena do CR. Eu que até lhe tenho um ódiozinho de estimação, já só conseguia pensar que ele merecia tanto marcar um golo! E achei muito boa onda o que ele riu com aquela trapalhada de golo que conseguiu finalmente desencantar.

PORQUE SOU MÁ PESSOA?

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Porque me deu um gozo do caraças a maior goleada do Mundial ser da equipa do Professor Queirós. Sim, aquele de quem todos falavam mal até às 12.30 de hoje. Sim, aquele que era incompetente até às 12.45.

Porque me deu um gozo do caraças o sorriso amarelito do Deco sentadinho no banco por causa de uma ‘lesão na anca’.

domingo, 20 de junho de 2010

DAY 19 – A SONG THAT MAKES YOU LAUGH

Rir, não digo, mas que sorrio sempre, sorrio.

sábado, 19 de junho de 2010

sexta-feira, 18 de junho de 2010

DAY 17 - A SONG THAT YOU WANT TO PLAY AT YOUR WEDDING II

Esperem, esperem!!! O casamento é meu, não é???? Também quero esta, fáxavor!

E peçam lá o senhor que deve lá andar com uma aliança com o meu nome gravado que me murmure a letra ao ouvido.

DAY 17 - A SONG THAT YOU WANT TO PLAY AT YOUR WEDDING I

À cautela, vamos lá escolher uma daquelas que gostaria de dançar agarradinha ao so called homem da minha vida… Hummmm… São umas tantas… Ok… Ficamo-nos por esta que adoro desde miúda. O poema é lindo e foleiro o suficiente para a imagem que tenho na minha cabeça.

DAY 17 - A SONG THAT YOU WANT TO PLAY AT YOUR WEDDING

Apetecia-me mesmo dizer o Yesterday, dos Beatles, mas talvez não seja politicamente correcto… Ou é?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

DAY 16 - A SONG THAT YOU LISTEN TO WHEN YOU'RE SAD

All by myself / The Story / Thinking of You

Estão todas em carreirinha no MP3/4 (vocês têm que pensar que eu nunca sei a diferença, logo não sei o que possuo. O que me acontece frequentemente na vida, agora que penso nisso. E não estou a falar de MP’s!).

quarta-feira, 16 de junho de 2010

DAY 15 - A SONG THAT YOU LISTEN TO WHEN YOU'RE HAPPY

Nada.
Zero.
Grande vazio.
Buraco negro de dimensões épicas.
Não me vem nada à ideia. Sorry. Passemos à próxima.

E A CEREJA NO TOPO DO BOLO…

O ‘meu’ ‘Clive Owen’ confessou que ressona. Eu diria que é um sinal divino sermos os únicos portugueses que ressonam…

EU JURO MESMO QUE NÃO ENTENDO…

Porque razão o mulherio português tanto suspira pelos médicos da Anatomia de Grey.

É que eu cada vez que tenho que consultar um médico, só me saem coisinhas equiparáveis aos senhores da série.

Eu sei, eu sei… Toda a gente se queixa que não lhes acontece o mesmo, mas que querem que eu faça?

Mas, como já disse a uma amiga, eu não me importo de começar a marcar as consultas dela.

É que sexta-feira passada, sai na rifa um senhor grisalho de t-shirt preta e blusão de cabedal. Segunda, o prato do dia foi um enfermeiro que era assim do género do da foto com o metro e noventa, o sorriso, o charme e tudo e tudo e tudo.

Eu pensava que a minha amiga ia comigo hoje, outra vez, porque se preocupava com a minha saudinha, mas agora tenho algumas dúvidas…

terça-feira, 15 de junho de 2010

DAY 14 - A SONG THAT YOU LISTEN TO WHEN YOU'RE ANGRY

Esta ajuda muito a soltar ‘vapor’. Que ajuda…

NÓS, AQUI, ESTAMOS PRONTISSIMOS!

Dory Mundial

segunda-feira, 14 de junho de 2010

DAY 13 - A SONG FROM YOUR FAVORITE ALBUM

Pois, o meu álbum favorito é mesmo o álbum da banda sonora de um filme. É o único que ouço de fio a pavio sem nunca me farta há mais de 10 anos.

Se esperam letra e animação, não cliquem abaixo.

EAT, DRINK, LOVE AND BE HAPPY

goodbye

Toda a sua vida foi desportista. Não fumava, não bebia. Há 15 dias foi ao hospital porque lhe doía a garganta. A dor de garganta resultou em internamento imediato e o pior prognóstico possível. Disseram-lhe que com todos os tratamentos que tinha a fazer sairia, com sorte, daqui a muitos meses. Não demorou assim tanto. Saiu hoje*… Para a morgue.

Tinha 34 anos e uma filha com 7 meses.

Pergunto-me que dirá aquela mãe à filha quando as perguntas começarem.
E mais importante, de momento, pergunto-me que se diz a alguém que vê o seu projecto de vida arrasado quase antes de ter mesmo perfeita noção que está ameaçado.

domingo, 13 de junho de 2010

NOTICIA DE ÚLTIMA HORA

Afinal, parece que há mais um tuga que ressona. Está é na África do Sul debaixo de uma cama!

É ler o ponto 1) (e já agora o 2, o 3, o 4 e o 5) deste excelente post do Transatlântico.

EU JURO QUE ME ANDO A ESFORÇAR…

Mas de todos os inquiridos, na noite de quinta-feira, no Bairro Alto, apenas um alemão admitiu, eventualmente, talvez, quiçá, numa hipótese remota, também ressonar.

Isto significa que continuo a ser o único ser ressonante deste país.

AFINAL O PROBLEMA É MESMO DA GAIJA, PÁ!

Anda uma gaija não sei quanto tempo a pensar que o problema é dos gaijos e afinal a questão era intrínseca.

É que dar cabo de baterias de telemóveis e de computadores é fruta da época, agora estar num quarto com 3 gaijas e ser a única a conseguir acabar com as baterias da cama da clínica e da maquineta da tensão é obra. Agora resta saber se é obra divina ou do demo!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

MITOS URBANOS


Uma gaija adormece num sofá. Dá uns ronquitos - porque toda a gente sabe que se se adormece de barriga para cima com o nariz entupido, é possível que haja uns ronquitos envolvidos - e vem logo a policia do ressono apontar o dedo.

Ora eu que sou moça curiosa, perguntei logo; "E tu não ressonas?" A resposta foi uma veemente negativa.

E eu, que para além de curiosa sou perguntadeira, comecei a realizar uma sondagem num número significativo de pessoinhas.

Terminada a sondagem, tenho a seguinte conclusão para apresentar: a única pessoa que ressona neste país sou eu! É verdade. De todos os inquiridos masculinos, nenhum - sim, leram bem, nenhum - ressona. Há rumores de outra gaija que talvez também ressone. Mas uma vez que a informação foi prestada pela filha adolescente, há dúvidas acerca da veracidade dessa afirmação.

Portanto, da próxima vez que ouvirem ressonar, podem vir cumprimentar-me porque, neste país, só mesmo eu é que ressono!!!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

AOS 13 DIAS DO MÊS DE OUTUBRO DO ANO DA GRAÇA DE 2005


Foi nessa data que a frase mais emblemática desta personagem que vos escreve se gravou para sempre na minha cabeça.


Para todos aqueles que já se interrogaram o porquê do lema de vida de uma Peixa ser “há perguntas para as quais não queremos saber as respostas”, aqui vai a explicação cabal.


Até à data em epígrafe, a minha convicção resumia-se simplesmente a um simples “nunca fazer perguntas para as quais não saibamos já as respostas” independentemente de gostarmos ou não. Mas nesse dia, eu aprendi que há perguntas que não se fazem meeeeeeeeesmo. Há perguntas para as quais não queremos meeeeeeeeeeeesmo saber a resposta. E acreditem que aprendi à minha custa.


Eram cerca das 10 da manhã de uma quinta-feira. Eu tomava placidamente o pequeno-almoço numa pastelaria ao pé do Hospital onde ia ter com o meu médico. Entre mim e a mesa, a barriga do último dia da 38ª semana de gestação (para os virgens, faltava uma semana e um dia para a bolha rebentar). Entram duas conhecidas. Conversa começa a girar em torno da minha barriga e em como estava ‘quase’.


Mente incauta, olha nos olhos daquela que já tinha sido mãe e faz a pergunta. Aquela pergunta cuja resposta lhe deu a lição que ficou gravada para o resto da sua vida:


- Como é? Como é que descreverias o parto.


E depois, lá veio… A put@ da resposta. A resposta que eu não queria saber:


- Só há uma descrição possível. Foi a minha sogra que ma deu antes de eu ter o meu primeiro filho. It’s like shiting a brick*! É mesmo a sensação que tens. Mas eu tinha epidural…


O Projecto de Gaijo nasceu menos de 24h depois. Eu não tive epidural. Não foi tão mau assim. Mas a imagem foi comigo para a sala de partos. E acreditem que não é uma bonita imagem para se levar para uma sala de partos quando estão prestes a ter o vosso primeiro filho!

terça-feira, 8 de junho de 2010

QUEM É QUE JÁ FROQUILHOU AO TAL DO DESAFIO DAS MÚSICAS, QUEM FOI?

Vou ali tentar encontrar o fio à meada e já volto…

Adenda: Está um erro no título, mas como a Dr.ª Edite Estrela já foi ali à caixa de comentários, vai ficar mesmo assim.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

DISCLAIMER: ESTE BLOG NÃO SE RENDEU ÀS AUDIÊNCIAS E VIROU COR-DE-ROSA, MAS HÁ LIMITES PARA O QUE EU CONSIGO CALAR


Hoje foi o primeiro casamento gay em Portugal. O primeiro casal de mulheres está oficialmente casado. Isto não me afecta nem me choca.

As senhoras optaram por um look casual. Isto não me afecta nem me choca.

Uma delas levava as alças do soutien à mostra. Vá... Não gosto, não o faria no meu casamento, mas não é coisa que me afecte ou me choque.

A outra levava uma t-shirt com os ossos de uma mão a formar o sinal de vitória. Ok... Usaria talvez a t-shirt para dormir... Mas até entendo o simbolismo da coisa e não me afecta nem me choca.

Agora, minhas amigas, gaijas que lutaram 4 (acho que foram 4) anos para poderem legalizar a vossa relação. Gaijas que ficam na história deste paraíso à beira-mar. Gaijas cujo o casamento foi mirado por 10 milhões de tugas (vá... 9 e meio...) e que vos digo eu que compreendo que cada um casa como quer. Eu até sou gaija que sempre disse que a dar o nó, fazia uma sardinhada no quintal como copo-de-água. Que até respeito que quisessem ir nuas como vieram ao mundo para a Conservatória.

Eu já não falo de manicures elaboradas, nem francesas, nem unhacas de gel.

Agora, pénis ma coitem, não havia um pénis de uma escova das unhas lá em casa??? Arre, pá...

sexta-feira, 28 de maio de 2010

DAY 12 - A SONG THAT DESCRIBES YOU

E poderia ser outra que não esta?
É que parece que foi escrita a pensar em mim…

“I'm a bitch, I'm a tease
I'm a goddess on my knees
when you hurt, when you suffer
I'm your angel undercover
I've been numbed, I'm revived
can't say I'm not alive
You know I wouldn't want it any other way”

quinta-feira, 27 de maio de 2010

OCD*

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Eu tenho. Só se nota em determinadas situações e, curiosamente, a maior parte delas, envolvem a cama. Ou melhor dizendo, os rituais que antecedem o momento de deitar. Esses rituais seguem uma ordem especifica e inalterável. Não é que eu me torne violenta ou perca o Norte se não os executar pela ordem pré-determinada por este pobre cérebro, mas incomoda-me, confesso.

1. Coloco o telemóvel na mesinha de cabeceira (este vai dar outro post porque só a minha irmã é que me entende).

2. Faço xixi.

3. Lavo as mãos.

4. Ponho creme nas mãos e baton do cieiro.

5. Bebo água da garrafa (sim, garrafa) que tem que permanecer durante a noite na mesinha de cabeceira. Mesmo que tenha acabado de beber o equivalente a um rio de pequenas/médias dimensões, antes de deitar a garrafa tem que ir à boca e eu tenho que beber nem que seja meio golo.

6. Deito-me e apago a luz.

7. Começo a interrogar-me se terei trancado a porta de entrada.

8. Convenço-me de que a tranquei.

9. Acendo a luz.

10. Levanto-me e vou verificar a porta.

11. Bebo um golo de água.

12. Deito-me e apago a luz.

E as pessoas ainda se interrogam porque é que eu durmo sozinha…

ESQUIZOFRENIAS

Esquizofrenia[1]

Às vezes, dou por mim a imaginar como eu seria se tivesse nascido/crescido noutro pais. Construo uma vida inteira em África. Sinto o cheiro da pele do gorro que uso em Anchorage. Ouço o som dos saltos altos num passeio em Nova Iorque. Rio-me do meu sotaque australiano. Doem-me as costas de tanto dançar o tango argentino.

E depois penso: “concentra-te mas é no teu dia-a-dia”. E, surpreendentemente, na maior parte das vezes consegue ser mais estranho do que os cenários que monto na minha cabeça…

CONSEGUEM ACREDITAR…

Que eu estou na biblioteca da faculdade a estudar afincadamente (do verbo ‘comó caraças porque ando na balda nos outros dias’) Processo Penal e está um atrasado mental a tocar apitar balir com uma vuvuzela debaixo da janela?

Maio!!! Estamos em Maio!!!! Aguentem os cavalos! Ainda perdem o fôlego antes do 1º jogo, carago…

DAY 11 - A SONG THAT NO ONE WOULD EXPECT YOU TO LOVE

Sim, sim… Gosto da lamechice…

quarta-feira, 26 de maio de 2010

BEM PREGA FREI TOMÁS

Eu costumo dizer-lhe: Projecto de Gaijo Quase Perigoso mas tu ainda não percebeste que quando amuas quem perde és tu? Que o mundo não pára e os meninos continuam a brincar e tu ficas aí emburrado? Que quando te sentas, convencido que estás a marcar uma posição, estás é a deixar de fazer coisas que te dão gozo e que todos os outros estão a fazer? Olha lá para fora e vê como eles brincam e tu aqui?

E chamo-lhe teimoso e casmurro e ele encolhe os ombros e faz beicinho e insiste em ficar no seu canto e eu maldigo a fotocópia tão perfeita que eu tirei.

Lá dizia o outro que bem prega Frei Tomás mas o facto é que está um dia lindo e os meninos estão todos lá fora a brincar e eu estou aqui já não tão emburrada.

SHHHHHHHHHHH...

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“B’dia. Já acabaram as férias*? Então não durmo mais contigo. Mais logo, vou dormir sozinho.”

Assim. Sem aviso prévio. Sem anestesia. Nada. A seco.

Ando há mais de 2 anos a tentar convence-lo de que não pode passar mais de metade da noite na minha cama e, eu falar ou um carro chiar, ia dar ao mesmo; quando acordava, de manhã, lá estava o emplastro colado às minhas costas “puke no meu quáto, estou sozinho!”

E ontem, sai-se com esta. Resisti a implorar-lhe mais uma noite (que era o que me apetecia fazer) e esperei pelo final da tarde para ver se a resolução se mantinha.

Apanhei-o no colégio e assim que entra no carro: “Mãiii. Vamos pa casa rrumar meus binquedos que eu vou dormir na minha cama sempre**.”

E chegada a casa, toda a gente sabe que sou bem mandada, lá tratei de o ajudar a arrumar os 7324910560725607264572645723676348756394659877 brinquedos espalhados pelo, até então, maioritariamente, quarto de brincar. Mudei-lhe os lençóis (não que aqueles tenham tido grande uso desde a semana passada, mas enfim) e resisti novamente à tentação de implorar por mais uma noite.

E porquê, perguntam vocês? Porque imploraria eu tal coisa?

E eu explico. É que aquela coisa gira com um metro e pouco, que me leva ao desespero todos os dias com aquela língua afiada, é um clone da sacana da mãe dele (seja lá essa gaija quem for). Ele até pode demorar para se decidir. Ou então até já ter decidido e esperar para pôr em prática. Mas quando se decide, acabou. Finito. Kaput. Eu deixei de pegar no meu filho ao colo para o adormecer ou dar o biberon quando ele tinha pouco mais de um ano. Porque ELE decidiu que já conseguia fazer essas coisas sozinho. Quando EU decidi tirar-lhe a fralda, foi um desastre. Um dia, ELE não quis mais fralda durante o dia e acabou-se a fralda. O mesmo quando ELE decidiu que não queria mais fraldas de noite. Bolas, eu vi na cara dele, aos 13 meses, o momento em que ele decidiu começar a andar!!!

Portanto, dados os antecedentes, posso concluir que nunca mais vou acordar com a lapa colada a mim e eu quase a cair da cama.

E se o meu lado de mãe racional pensa: “Shhhhh! Não digam nada para ver se desta é de vez”. O meu lado de mãe emocional sente como se se estivesse a cortar mais um laço.

E ontem dormiu a noite toda na cama dele. E acordou e com aquele sorriso sacana lindo de morrer que ele tem, disse-me todo orgulhoso: “Viste? Viste? Dormi tudo no meu quáto! E hoje vou fazer, outra vez!”

*Leia-se ‘fim-de-semana’
** Leia-se ‘a noite toda’

DAY 10 - A SONG FROM YOUR FAVORITE BAND

Esta não vale a pena. Não tenho banda favorita. Não consigo escolher. Nop…
Nem cantor… Nada…
Fiquem-se com esta para abanarem o pezito.

terça-feira, 25 de maio de 2010

SÃO ROSAS, SENHOR. SÃO ROSAS...

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Ela: Tu sabes que estas coisas não me aconteciam antes de te conhecer!!!
Eu: Não? Olha, a mim acontecem-me sempre!
Ela: Oh pá, tens noção que ainda estou a tremer, certo?
Eu: Hum hum…
Ela: Isto só aconteceu porque estou ao telefone contigo…
Eu: Pois…
Ela: Tu sabes que estas coisas não acontecem às pessoas normais, não sabes?
Eu:
Ela: Claro que não sabes… Tu não sabes o que são pessoas normais. E alguém que faça exorcismos? Conheces?
Eu: Por acaso, sim! Mas foge de mim… A única vez que vi a criatura, ele bateu com os olhos em mim, enfiou-se no consultório e só voltou a entreabrir a porta ligeiramente para olhar cá para fora na esperança de que eu me tivesse ido embora…
Ela: Óbvio… E porque que não me surpreende que o próprio exorcista tenha medo de ti?

E o que eu acho piada é que ela não acredita em coisas do Além, nem sobrenaturais, nem reencarnação, nem after-life. Acredita piamente que eu sou estranha. Nisso, ela acredita. Ri-se porque adivinho as coisas mais mirabolantes e imprevisíveis. Abisma-se um pouco quando tropeço acidentalmente nos segredos mais bem guardados. Diz ‘porra’ quando está a pensar em mim e eu lhe ligo (ela não sabe que há uma com quem eu faço o contrário: penso nela para ela me ligar. É que ela não paga chamadas para vodafone!). E hoje, de manhã, acagaçou-se big time (mas desta vez, até acho que não teve nada a ver comigo. But then again, eu acho sempre que esta coisa dos ‘feelings’ nunca tem nada a ver comigo).

Eu aposto sempre naquela teoria dos não sei quantos % do nosso cérebro que não são usados. Talvez eu use mais uns % do que algumas pessoas. E é algo tão natural que não lhe dedico qualquer tempo a analisar. Só quando o pessoal à minha volta começa a praguejar violentamente é que eu me lembro que talvez não seja tão natural para os outros. Mas vai daí também não conheço muita gente que tivesse sessões de mesa de pé de galo a decorrer às sextas-feiras, na sua casa, enquanto cresciam. Ou que tivesse o ombro deslocado e tratado por um curandeiro. Ou que tivesse dormido com uma medalha dada por uma bruxa cosida na almofada até à adolescência sem que o soubesse. Ou a quem ensinassem pequenos feitiços quase desde que nasceu. Ou a quem as tias convidassem para sessões espíritas. Ou que assistisse a discussões infindáveis acerca da veracidade/viabilidade das viagens astrais.

No entanto, eu continuo a apostar na tal percentagem do cérebro que não usamos. Porque se eu apostasse noutras coisas, eu não as saberia explicar e eu tenho certas dificuldades em experienciar coisas inexplicáveis. Portanto, cá vou continuando com a minha estatística mental. Sossegadamente, sem racionalizar muito. Apenas com 2 certezas: mesas de pé de galo, não, muito obrigada. Sessões de meditação? Ide vocês e depois contem-me como foi que eu só fui a uma e se aquilo é suposto acalmar, não é a mim, de certeza.

DAY 09 - A SONG THAT MAKES YOU FALL ASLEEP

É bonita. A letra é linda… Mas dá-me tanto soninho…

ESTAS SÃO AS MINHAS AMIGAS…

“Ele era tão giro, tão giro… E a questão é: quem é o gaijo? Sim, que ele anda por aí. Quer-se dizer… Se não se afogou este fim-de-semana na Costa da Caparica. Afogaram-se tantos…”

Eu gosto delas, mas o que eu acho piada é que depois elas têm a distinta lata de dizer que EU é que não sou normal!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

COISAS QUE NOS FILMES PARECEM TÃO MAIS FÁCEIS

2006-10-Undressing-in-the-d[1]

E hoje, chegada ao escritório, ouço a minha colega nas minhas costas: Já deste conta que tens a blusa rasgada nas costas?

1º pensamento: Claro que sim. Mas tinha esperança de me tornar uma trend maker e amanhã aparecer tudo no trabalho com as blusas esfarrapadas!

2º pensamento: Ou eu deixo de privar com senhores que rasgam blusas só com olhares ou não ganho para o guarda-roupa. É que por incrível que pareça, isto acontece-me com alguma frequência. Vá… Alguma frequência é exagero, mas não é inédito.

Hora de almoço. Blusa nova comprada. Vamos trocar.

Alternativa A: Vou pedir às senhoras que me deixem trocar de roupa no provador depois de pagar.

Alternativa B: Vou trocar de blusa dentro do carro no parque de estacionamento.

Será que conseguem adivinhar por qual alternativa eu optei?

E SE DE REPENTE...

1g[1]

Depois de uma noite de vodka laranja em casa (porque as meninas estavam com um deficit de vitamina C!!!!), duas gaijas adultas aterram no sofá por volta das 5 da manhã, enquanto a xavalada dorme toda na mesma cama (contorcionistas chinesas, roam-se de inveja), para abrirem a pestana às 8, olharem para a mesa e depararem-se com o seguinte cenário:

Projecto de Gaijo de pijama. Em cima da mesa, os restos do devaneio da madrugada. Gaijo a fazer um baita repasto que consistia em batatas fritas, tostas e azeitonas (ainda bem que o gaijo não gosta de queijo, senão tinha marchado, também). Como estava a ficar um bocadito embuchado, foi ao armário buscar um leitinho com chocolate para empurrar aquilo tudo.

Terminado o ‘pequeno-almoço’ veio dormir mais um bocadito para o sofá/cima de mim.

A dona do outro par de olhos que viu esta cena, garante-me que o viu lamber a tampa do frasco das azeitonas, eu como não tenho provas disso, prefiro acreditar que ela estava a alucinar…

DAY 08 - A SONG THAT YOU CAN DANCE TO

Danço-a qualquer dia da semana. Então se estiver com dor de corno (sim, parece impossível, mas às vezes acontece-me ter disso!), é remédio santo!

DAY 07 - A SONG THAT REMINDS YOU OF A CERTAIN EVENT

Eu acho que esta foi a mais difícil de escolher.
Acabei por escolher esta porque me lembrou o Natal e a Passagem de Ano. E as decisões que eu tomo e que são irreversíveis (not!).

DAY 06 - A SONG THAT REMINDS YOU OF SOMEWHERE

Esta. Definitivamente, esta. Lembra-me a coisa mais parecida que talvez tenha tido com uma serenata. À ‘porta’ da minha tenda na Ilha de Tavira. E o mais engraçado é que não tenho a certeza de que esta música tenha sido uma das que foi tocada. Lembro-me do Sozinho do Caetano, mas esta não tenho a certeza. No entanto, é esta música que me faz lembrar essa noite. Foi o último ano de muitos na Ilha. Acho que foi a partir daí que começou a minha ‘adultidade’.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

POST ALTAMENTE EDUCATIVO. PELO MENOS, PARA MIM…

Descobri, finalmente, como é que se vê as buscas que levam os meus queridos e incautos leitores a cair neste aquário.

E os resultados de hoje ditam que há pessoas que aqui caem de pára-quedas quando tentam descobrir como fazer uma simples vuvuzela. A bem da honestidade que sempre pautou este estaminé, tenho para dizer a esta pessoa que não é aqui que vai aprender. Já aquele que aqui chegou em busca de vuvuzela reciclagem, tenho para lhe dizer que nunca me aproximei de uma, nem tenciono fazê-lo (integridade do tímpano, lembram-se?) mas, pelo que vi na tv, aquilo parece-me tudo de plástico, portanto, era gaija para arriscar tudo no contentor amarelo.

Quem quer saber acerca de sindrome do cordão umbilical, relembro que esta teoria é da minha Loira, logo eu posso talvez pedir-lhe que escreva um texto onde disserte mais sobre o assunto. Mas não garanto que ela esteja para isso.

E, last but definitivamente not the least, ao querido (ou querida) que aqui chegou em busca de fofuchas nuas, a gerência informa que para que a Mente Maria se dispa vai ser necessário bem mais que €700 e exige-se a garantia de que não haverá desterro para a biblioteca de Mirandela. Eu até nem me chateava se me enfiassem numa biblioteca, Mirandela é que fica um nadita fora de mão.

DAY 05 – A SONG THAT REMINDS YOU OF SOMEONE VI

Desculpem-me lá mas eu também tenho as minhas fraquezas… E tenho dias fúteis… Lembra-me um homem lindo de morrer!

E também me lembra outro a quem só me apetece dar chapada, neste momento.

É… Michael Bublé é extremamente versátil…

DAY 05 – A SONG THAT REMINDS YOU OF SOMEONE V

Uiii esta… Lembra-me uma grande vergonha… Lembra-me sumos de laranja… Lembra-me uma grande noite… Lembra-me Casablanca… Lembra-me uma grande frase das Pontes de Madison County: “The old dreams were good dreams; they didn't work out, but glad I had them.”

DAY 05 – A SONG THAT REMINDS YOU OF SOMEONE IV

Ouvi-a ao vivo em Viseu quando estava no Algarve a chorar baba e ranho numa noite de verão. Tudo porque a Fi me ligou do concerto para eu não perder esta música. Não, não me lembra quem me partiu o coração. Lembra-me ela. Lembra-me tudo o que já rimos e chorámos juntas. Lembra-me a chamada de ontem à noite onde eu conseguia ver o seu sorriso. E lembra-me o quanto isso me aqueceu o coração.

DAY 05 – A SONG THAT REMINDS YOU OF SOMEONE III

Porque é a música do meu filho. Foi desde o minuto em que soube que ele (já) ‘existia’ e é até hoje. Nunca a ouvirei sem pensar nele.

DAY 05 – A SONG THAT REMINDS YOU OF SOMEONE II

Por todos os motivos e mais um… O facto de já ter feito isto…

DAY 05 – A SONG THAT REMINDS YOU OF SOMEONE I

Lembra-me primeiros amores. Lembra-me primeiras desilusões. E até hoje amaldiçoo a pessoinha a quem emprestei o cd da banda sonora do Romeo & Juliet e me devolveu apenas a capa. Que as pulgas de mil camelos lhe infestem os fundilhos das calças e que seus bracinhos sejam demasiado curtos para se coçar!

Tenho dito!