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segunda-feira, 27 de abril de 2009

POR CAUSA DE UNS E DE OUTROS


Estou mesmo a ver que vou ter que ir rever "O Paciente Inglês" pela 5743454123051368ª vez!

É que esta cena não me sai da cabeça...

"My darling. I'm waiting for you. How long is the day in the dark? Or a week? The fire is gone, and I'm horribly cold. I really should drag myself outside but then there'd be the sun. I'm afraid I waste the light on the paintings, not writing these words. We die. We die rich with lovers and tribes, tastes we have swallowed, bodies we've entered and swum up like rivers. Fears we've hidden in - like this wretched cave. I want all this marked on my body. Where the real countries are. Not boundaries drawn on mapswith the names of powerful men. I know you'll come carry me out to the Palace of Winds. That's what I've wanted: to walk in such a place with you. With friends, on an earth without maps. The lamp has gone out and I'm writing in the darkness."

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

AS PALAVRAS QUE NUNCA TE DIREI


Vi este filme, pela primeira vez, num dia de semana à tarde, numa ida solitária a uma sala de cinema. Foi também a primeira vez que assisti ao vivo e a cores a um fenómeno de grupo. Lembro-me de me admoestar para não chorar depois da vergonheira que passei aos soluços nas Pontes de Madison County.

Os meus ralhetes mentais até surtiram efeito. Estava eu muito bem comportadinha (só tremia um bocadito o queixo) quando do meu lado esquerdo se ouve um sentido soluço. Olhei para identificar a proveniência e deparei-me com um senhor na casa dos cinquenta, também ele sozinho, que chorava copiosamente.

O soluço do senhor abriu os diques e barragens de toda aquela boa gente que começou imediatamente a chorar como eu nunca tinha visto chorar numa sala de cinema.

Quando o filme acabou e as luzes se acenderam, ninguém se levantou. Ficou tudo carpindo as mágoas sentadinho no seu lugar. E eu nunca entendi que fenómeno cósmico ali se passou mas marcou-me.

O filme em si não me marcou por aí além, embora tenha marcado um ponto de viragem na minha vida.

2 anos mais tarde, as palavras que nunca te direi chegaram a mim em forma de livro, como forma de me 'dizer' aquilo que a voz não conseguia explicar. A entrada do livro em minha casa, marcou a entrada de uma pessoa muito importante na minha vida. No entanto, tal como entrou também saiu com as palavras que nunca me dirá.

O livro desapareceu, mas ficaram muitas outras palavras ditas ou escritas.

Hoje, o filme voltou novamente à minha cabeça. Quando dei por mim, no escritório, sentada na beira da secretária a repreender-me para me concentrar, veio-me a imagem da Teresa, no escritório a ler a carta que descobriu na praia.

O filme volta recorrentemente à minha vida e eu não sei porquê. Mas penso muitas vezes naquilo que se deixa de viver por palavras que não são ditas... Ai nisso penso, sim senhora...

sexta-feira, 25 de julho de 2008

E MAIS NADA...


Concordo mesmo com isto...

E quando ele diz coisas destas?

Rhett Butler: No, I don't think I will kiss you, although you need kissing, badly. That's what's wrong with you. You should be kissed and often, and by someone who knows how.

xxx

Rhett Butler: Did you ever think of marrying just for fun?
Scarlett: Marriage, fun? Fiddle-dee-dee. Fun for men you mean.

xxx

Scarlett: Rhett, Rhett... Rhett, if you go, where shall I go? What shall I do?
Rhett Butler: Frankly, my dear, I don't give a damn.

xxx

[choked up about Rhett and Scarlett]
Mammy: It makes my blood run cold, the things they say to one another.