Sentada quieta ao som do silêncio, revejo todo o percurso que segui até chegar aqui.
Revejo as curvas, as derrapagens, as travagens. Relembro os êxitos e os fracassos – e são sempre os fracassos que modelam a nossa vida, sempre.
Olho para trás e vejo que não tenho muito. Não sou milionária, não realizei os sonhos que tinha, não fiz tudo o que tinha planeado fazer por esta altura.
Mas, quando olho para trás, vejo também tudo o que eu não tinha sequer sonhado e que consegui. Vejo coisas que nunca imaginava possíveis e que se tornaram realidade. Vejo que a vida é uma magnífica viagem que nos surpreende em cada curva.
E, quando me deito à noite. Quando me sinto deslizar para o sono, não consigo deixar de esboçar um sorriso e de pensar que, mal ou bem, certo ou errado, idiota ou sensato, não me arrependo de nada. Mas é que de nada...
Revejo as curvas, as derrapagens, as travagens. Relembro os êxitos e os fracassos – e são sempre os fracassos que modelam a nossa vida, sempre.
Olho para trás e vejo que não tenho muito. Não sou milionária, não realizei os sonhos que tinha, não fiz tudo o que tinha planeado fazer por esta altura.
Mas, quando olho para trás, vejo também tudo o que eu não tinha sequer sonhado e que consegui. Vejo coisas que nunca imaginava possíveis e que se tornaram realidade. Vejo que a vida é uma magnífica viagem que nos surpreende em cada curva.
E, quando me deito à noite. Quando me sinto deslizar para o sono, não consigo deixar de esboçar um sorriso e de pensar que, mal ou bem, certo ou errado, idiota ou sensato, não me arrependo de nada. Mas é que de nada...
