quarta-feira, 11 de agosto de 2010

SITIOS ONDE EU PASSO...

 

TRADITION SAYS... (VIII)

Uma senhora nunca muda o template de um blogue sem avisar…

(excepto claro se ao fazer experiências com os novos templates, que o outro já tem 2 anos e já mudávamos isto, mantenha sempre em mente que deve guardar um backup do template antigo e nunca por nunca carregar no save sem ter a certeza de que é isso mesmo que quer. E é simples que é, é fazer backup e carregar no pré-visualizar. Se é simples. Tão simples que chegada à hora, instruções repetidas até à exaustão carrega-se no botão e a única coisa a dizer é mesmo f***-se porque backup nunca foi feito e ao fim ao cabo pré-visualizar e tão semelhante a salvar, portanto é o que temos: adeus malagueta, olá outra coisa qualquer que não sei ainda se será isto…)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

TRADITION SAYS... (VII)

Uma senhora deve conhecer várias línguas e nunca, mas nunca mesmo, deve apoiar os cotovelos na mesa durante a refeição…

DEFINIÇÃO DE 'SENHORA' POR UMA MENTE QUASE PERIGOSA

Senhora é aquela que se sabe comportar como uma lady perante a Rainha de Inglaterra sem nunca esquecer o nome do jardineiro; sabe praguejar quando a ocasião se impõe e sabe declamar Rudyard Kipling se lhe apetecer; sabe o que jantar numa tasca e sabe usar todos os talheres no Le Cirque; sabe a diferença entre vinho carrascão e néctar dos deuses porque já provou ambos; conhece o sabor do caviar e do pão que o Diabo amassou; enverga com a mesma mestria o vestido de cocktail e as jeans rasgadas; usa stillettos de 10 cms e caminha descalça na calçada; joga sueca e xadrez e nunca, nunca, se nega a um jogo de carcassone;  um dia, já perdeu tudo e sorriu; sabe seduzir como uma cortesã e sabe afastar qualquer pretendente; sabe o que quer mas não acredita nos princípios de Maquiavel. Uma senhora é aquele ser que sabe deitar-se numa cama como uma cabra, ser puta a meio da noite e levantar-se como uma dama de manhã, sabendo que todas elas são só uma. Todas elas são um único ser fabuloso. Todas elas convivem em paz dentro de si.

TRADITION SAYS... (VI)

Uma senhora deve manter-se informada do que acontece no mundo…

TRADITION SAYS. (V)

Uma senhora deve cultivar o gosto pelos clássicos musicais…

TRADITION SAYS... (IV)

Que uma senhora deve sempre optar por cores suaves. Preferencialmente, as designadas cores pastel…

TRADITION SAYS... (III)

Uma senhora deve conhecer os jogos de sociedade…

TRADITION SAYS... (II)

Uma mulher nunca se compromete com um discreto vestido preto…

TRADITION SAYS... (I)

As mulheres devem usar lingerie branca ou preta…

"DESCOBERTAS FANTÁSTICAS SEM EXPLICAÇÃO"

E foi assim que um incauto veio para a este blogue. Botou aquelas palavrinhas no Google e deparou-se com esta casinha.

Para ele, umas palavrinhas: não ireis descobrir nada de fantástico aqui. Coisas sem explicação é mais fácil mas descobertas (tirando aquelas epifanias que eu tenho de quando em vez) népias. Zero. Segui o vosso caminho e ide talvez à Wikipedia que sempre se aprende mais qualquer coisita do que aqui.

(Isto para não falar nas vuvuzelas, senhores. As vuvuzelas… Eles continuam a cá chegar por causa das vuvuzelas… Eu tenho para mim que a tal bomba de gasolina que ando a empestar o país com este flagelo me devia pagar qualquer coisita.)

COMO SEI QUE NÃO SOU SÓ EU EM SILLY SEASON?

Aqui, na xafarica, é tão fácil saber…

O relógio marcava cerca de 14.30 (Claro que não foi hoje. Concentrem-se…). Eu tentava traduzir um intrincado contrato para a língua de sua majestade, Isabel II. Chefe chega do almoço e senta-se no móvel ao lado da minha secretária. Levanta-se vai buscar café e chocolates. Volta a sentar-se no móvel. Começa a pedir-me para ligar o youtube e a falar de Júlio Iglésias. Mini Chefa achega-se também de café na mão. Pedem-me o ‘Nathalie’. Daí passam para o Enrique Iglésias. Não me deixam minimizar a janela do Youtube e continuar o contrato porque estão a brincar às diferenças entre pai e filho. Quando lhes pergunto se não têm mais nada para fazer ou um computador para continuarem a missão actual que eu tenho um contrato para acabar, respondem-me:

“Mas nós estamos a fazer alguma coisa! Estamos a beber café! Tu és a única que não está a fazer nada!”

(Não fossem eles 2 moiros de trabalho e a coisa era capaz de correr mal. Mas o gaijos fartam-se de bulir apesar de serem chefes, pá, que quem sou eu para lhes tirar estes pikenos momentos lúdicos.)

RESPIRAR-TE

E ganhar fôlego para o resto do tempo. Foi o que eu fiz, ontem. A sensação de que todos os dentes da roda estavam encaixados quando dormias de mão dada comigo. A dor nas costas que tenho de dormir com uma erva trepadeira enrolada no meu corpo. Os teus beijos e abraços e ‘amos-te’ muito. A bolha de ar que precisava para atravessar os últimos dias no deserto.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

JÁ NÃO VIA O OLIVER & BENJI HÁ UMA SEMANA…

(Ele veio dormir comigo e eu sinto que tenho 2 metros de altura e vou explodir de felicidade a qualquer momento.)

(Como qualquer gaijo que se preze, a primeira coisa que pediu foi comida da mãe!!!!)

RULES OF ENGAGEMENT ou MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA CASO SEJAM GAIJOS AFOITOS E SE CRUZEM COM A MENTE UMA NOITE DESTA SILLY SEASON

Eu sou amiga. Toda a gente sabe que eu sou amiga. Toda a gente sabe que eu não maltrato ninguém. Bem, pelo menos, sem ter avisado antes. Portanto, o que eu pretendo neste post é fazer o tal do aviso. As regras não são muitas que eu não sou esquisitinha. Mas há aquelas coisitas que são básicas e que evitam alguns dissabores. A saber:

1.       Se tendes menos de 21 anos, ficai ao largo. Não é complicado. Menos de 21, não tentai engatar-me. Não vale a pena. É escusado. É perda de tempo. Eu diria até que qualquer coisita nascida depois de mil nove e 82 é esforço em vão. Mas os que ficam entre os 21 e os de mil nove e 82 safam-se com uma admoestação e um tapinha no tutu. Os menores de 21 vão acabar por ser despachados com um “vá, beijinho à tia” e vai ser triste ver-vos a tratar-me por tia o resto da noite. Vai ser embaraçoso explicar isso aos vossos amigos. Digo eu… (e o que é mais fofinho é que eles começam mesmo a tratar por ‘tia’)

2.       Diz-me onde pões a mão e eu digo-te como vais acabar. Desde que me conheço por gente que sei ajeitar a minha roupa interior sozinha. Como tal é escusado ‘voluntariarem-se’ para me pôr as panties no sitio. Ou seja, a vossa mão não se deve deslocar abaixo da cintura. Quereis tocar? Vá… Uma mão na cintura assim a modos que disfarçada de ‘é só para me aproximar para me ouvires melhor que a música está alta’ é o máximo tolerado. Se estiver num espírito benemérito, sou capaz de perdoar até ao limite do cós das calças. Mais a sul que isso o mais certo, dependendo da mão, é valer-vos uma pisadela com os saltos ou um encontro de tirar o fôlego entre alguma parte dura da minha anatomia com o fecho das vossas calças.

3.       Tell me lies, tell me sweet little lies. Qualquer linha de engate que inclua a beleza estonteante dos meus olhos e sorriso ou, especialmente, que inclua as palavras ‘és uma mulher linda’ está off-limits. Poupem-se e poupem-me. Eu não sou bonita. Sou altamente comestível, sim. Sou Himalaias de interessante, confere. Mas linda não sou. Respeito muito mais um homem que me diga com savoir-faire e piada o que faria para me levar para a cama do que um que me diga que sou bonita. Mas assim por uma diferença abismal. É que eu detesto mentiras.

4.       No one gets left behind. É escusado que me peçam para deixar uma amiga sozinha num bar/discoteca/afim. No way. Not going to happen. É um deal breaker. Na remota eventualidade de eu considerar ser engatada num desses sítios, eu vou levar my girl a casa primeiro. Não vos apetece? Azarinhos. Eu nisso sou muito Marine e comigo ninguém fica para trás. Nem que fora o George Clooney a prometer beijar-me o corpo todo de formas nunca dantes imaginadas. Ou é nos meus termos ou não é de todo.

E assim, de repente, é tudo. Em caso de dúvida, não hesitem em perguntar. Eu estou aqui para esclarecer… Eu já vos disse que sou amiga, não disse?

O PREÇO DO SEXO

Desde os 12/13 anos que eu tenho sempre preservativos em casa. Lembro-me de ser uma xavalita e eu e o meu amigo Pedro fazermos um pacto de que a partir daquela idade andaríamos sempre com preservativos, just in case. Não que tencionássemos comermo-nos um ao outro. Mas, definitivamente, mais cedo ou mais tarde, haveríamos de comer alguém e há que estar preparado. Quando me recordo, hoje, da nossa primeira ida ao supermercado para comprar os ditos quase que me dá vontade de rebolar no chão a rir a imaginar o que terão pensado as meninas da caixa ao ver aqueles dois xavalos a comprar a caixinha mágica…

Anyway, eu tenho sempre preservativos comigo, não que precise deles (Desta frases é que eu gosto. Dúbias o suficiente para que cada um possa tirar as suas próprias ilações. Sim, que este blogue existe  para que as pessoinhas pensem…), mas andam sempre comigo. Ora, no sábado, ao limpar a carteira, dei-me conta que os preservativos haviam passado de prazo. E isso é que não pode ser. Lá fui eu à parafarmácia com o intuito de adquirir uma caixinha dos ditos. Caixa de 12, muito bem. Sim, é só. Como? Quase 10 aérios??? Quase 10 aérios??? (Sim, eu torno-me repetitiva quando estou em choque) Deixa cá ver… Pois… Quase um aério por queca!

Basicamente, isto de ser responsável faz do sexo um artigo quase de luxo. Uma pessoa que ande no regabofe afincadamente tem ali quase uma renda, não? Dasse…

(E O ESFORÇO QUE EU FAÇO...)

(Para me esquecer de pensar todos os dias que ainda falta uma semana para ele voltar para casa?)

SEXUALIDADE EM CAUSA

Poucas coisas na vida me fazem questionar a minha orientação sexual. Já as houve, confesso. Porque não me venham cá com cenas que nunca duvidaram e blá, blá, blá, porque eu não acredito. Há sempre um momento em que pensamos “e se?” e a partir daí é com cada um.

Mas como eu ia dizendo, hoje em dia, há poucas coisas que me façam achar que possa ser lésbica e ainda não ter descoberto. Mas, meus amigos, quando me lavam a cabeça no cabeleireiro, eu duvido seriamente que este corpinho tenha sido feito para ser conduzido por homens. Vá, para ser totalmente honesta, quando chega à parte da massagem no couro cabeludo, eu estou pronta para sair em qualquer Parada Gay de cartaz em punho! Só fico confusa é quando é o Ti a lavar-me a cabeça… É que, nessa altura, para alcançar “o bem tão mal ordenado” teria que me transformar em homem e ser homossexual e isso já era uma trabalheira dos diabos.

O que salva isto tudo, é que depois da massagem, vem o secador e, nessa altura, volta tudo ao normal que eu odeio que me puxem o cabelo. Quer-se dizer… Depende… Vá… Odeio que me puxem o cabelo no cabeleireiro… Pronto… Ficamos assim… Bolas, como é que isto descambou desta maneira?

domingo, 8 de agosto de 2010

MAIS PROBLEMAS DAS MULHERES

(Quem haveria de dizer que eram assim tantos?)

Usarem decotes generosos e depois ficarem todas abespinhadas porque eles não lhes olham para os olhos. Oh, minhas amigas, todas nós sabemos que quando botamos trapinhos exíguos na zona peitoral, queremos que olhem, que queremos. Não vale a pena dizermos que não. Se não quiséssemos chamar a atenção, botávamos uma camisolinha mais aconchegadita ao pescoço. Agora, se o objectivo foi concretizado, não vamos agora ser incoerentes e ficar todas chateadas porque eles olham. Pois tá claro que olham. E, mais grave (nós somos mesmo um bicho estranho), se, por acaso, o desgraçado arriscar arranjar um torcicolo ocular ao evitar olhar para o belo do decote, ficamos abespinhadas também porque eles não olham!

É como se dizia o outro: “Damned if you do and damned if you don’t!”. Eu garanto-vos que se fosse homem era gay. Nós somos muito difíceis! O que nos safa é que somos também irresistíveis…

MENTIRAS QUE NÃO GOSTÁVAMOS QUE FOSSEM

“Com essa treta do amor, às vezes, consegue-se tudo.”

(Numa qualquer novela da TVI)